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MARAVILHAS DA SUÍÇA | Os Lugares Mais Bonitos & Curiosidades

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Você já imaginou acordar em uma vila onde o único som é o tilintar de sinos de vaca ecoando por vales cobertos por flores silvestres, enquanto ao fundo se erguem montanhas com picos cobertos de neve perpétua? Ou então caminhar por ruas de paralelepípedos em uma cidade medieval que parece ter saído de um conto dos Irmãos Grimm, com fontes coloridas e torres de vigia que contam histórias de séculos passados? A Suíça é exatamente isso — e muito mais. É um país que desafia a imaginação, onde a engenharia humana se funde perfeitamente com a natureza mais espetacular do continente europeu.

Pequena em território, mas gigante em beleza, a Suíça oferece uma diversidade de paisagens impressionante. Em poucas horas de trem, você pode sair dos picos gelados do Jungfraujoch (o "Topo da Europa") para as margens ensolaradas do Lago de Genebra, passando por desfiladeiros profundos, lagos de cor turquesa e vilarejos que parecem florescer nas encostas mais íngremes dos Alpes. Neste guia, vamos explorar as maravilhas naturais e urbanas desse país fascinante, além de revelar curiosidades que poucos viajantes conhecem. Prepare-se para uma viagem inesquecível pelo coração dos Alpes suíços.

1. Região dos Alpes Berneses: O Coração Montanhoso da Suíça

A região dos Alpes Berneses é, para muitos, a imagem mais icônica da Suíça. É aqui que se encontram algumas das montanhas mais famosas do mundo, vilas charmosas e uma das ferrovias mais espetaculares do planeta. Dominada pelo imponente Jungfrau (4.158 m), Mönch (4.107 m) e Eiger (3.970 m), esta região é um paraíso para caminhantes, esquiadores e amantes da natureza em geral.

Jungfraujoch: O Topo da Europa

Nenhuma visita aos Alpes suíços estaria completa sem uma jornada até o Jungfraujoch, a estação de trem mais alta da Europa (3.454 metros). A viagem de trem saindo de Interlaken ou Grindelwald é uma aventura por si só, atravessando túneis escavados na rocha sólida do Eiger no início do século XX. Ao chegar, você é recebido por um mundo de gelo e neve perpétua.

O complexo no topo inclui o Palácio de Gelo (Ice Palace), uma série de câmaras e esculturas esculpidas no próprio glaciar, o Platô do Sphinx (Sphinx Observatory), um mirante ao ar livre com vistas de 360 graus para os picos cobertos de neve e o gigantesco Glaciar Aletsch (Aletsch Glacier), o maior glaciar dos Alpes, com 23 km de extensão. Respirar o ar rarefeito a 3.500 metros e contemplar o mar de montanhas é uma experiência humilhante e inesquecível .

"Subir ao Jungfraujoch não é apenas um passeio turístico; é uma peregrinação à majestade dos Alpes. A sensação de estar no topo da Europa, cercado por um silêncio branco e infinito, é algo que fica gravado na alma."

Grindelwald: A Vila Aventureira

Aninhada em um vale verdejante, com o imponente Eiger Norte (Eiger North Face) como pano de fundo, Grindelwald é a vila dos aventureiros. É a base para a região de First, acessível por teleférico, onde você encontra a famosa First Cliff Walk, uma passarela suspensa que inclui uma ponte de vidro e uma plataforma em forma de precipício com vista para o vale. Para os mais radicais, há o First Flyer (tirolesa) e os scooters de montanha (Trottibikes) para descer a montanha.

A vila em si é charmosa, com hotéis tradicionais de madeira, lojas de equipamentos de montanha e restaurantes que servem fondue e raclette. É um lugar vibrante, cheio de viajantes do mundo todo, e serve como ponto de partida para inúmeras trilhas, incluindo a caminhada panorâmica de First até Lake Bachalpsee, um lago de águas cristalinas que reflete o Jungfrau.

Lauterbrunnen: O Vale das 72 Cachoeiras

Lauterbrunnen é um vale que parece ter saído de um sonho. Cercado por paredões rochosos de até 300 metros de altura, o vale abriga impressionantes 72 cachoeiras, sendo a mais famosa a Staubbach Falls (Queda de Poeira), com 297 metros de altura, que se dispersa em uma fina névoa antes de atingir o solo (daí seu nome). O cenário serviu de inspiração para J.R.R. Tolkien para criar o Vale de Rivendell em "O Senhor dos Anéis".

A vila de Lauterbrunnen é pequena e pacata, com uma igreja de pedra e casas tradicionais. É também o ponto de acesso para as vilas suspensas de Mürren e Wengen, que ficam em terraços acima do vale, acessíveis apenas por teleférico ou trem de cremalheira. A vista do vale a partir do alto é simplesmente divina.

Interlaken: O Portal dos Alpes

Situada entre os lagos Thun e Brienz (daí seu nome, "entre lagos"), Interlaken é a cidade-base mais famosa para explorar os Alpes Berneses. É uma cidade vibrante, cheia de hotéis, restaurantes, lojas de relógios e chocolates, e é o principal ponto de partida para os trens em direção a Jungfraujoch e Lauterbrunnen.

Além de sua função logística, Interlaken oferece belas vistas do Jungfrau a partir do Höhenmatte, um grande parque no centro da cidade ideal para piqueniques e voos de parapente (a cidade é um dos melhores lugares do mundo para esse esporte). Passeie pelas ruas do centro histórico Unterseen, com suas casas antigas, ou faça um cruzeiro em um dos lagos de águas esmeralda.

2. Região do Lago de Genebra: Oeste Francófono

No oeste da Suíça, na fronteira com a França, a região do Lago de Genebra (Lac Léman) oferece um cenário completamente diferente: colinas cobertas de vinhedos, cidades elegantes e um dos maiores lagos da Europa Ocidental. O clima é mais ameno, a arquitetura tem influência francesa, e a gastronomia é refinada.

Genebra: A Capital Diplomática

Genebra é uma cidade global, sede da ONU na Europa (Palácio das Nações) e da Cruz Vermelha. É uma cidade sofisticada, multilíngue e cosmopolita, situada na ponta oeste do Lago Léman, onde o Rhône deixa o lago. O principal símbolo da cidade é o Jet d'Eau (Jato d'Água), um gigantesco esguicho que lança água a 140 metros de altura, visível de vários pontos da cidade.

O centro histórico, a Cidade Velha (Vieille Ville), é um labirinto de ruas de paralelepípedos que sobem em direção à Catedral de São Pedro (Saint-Pierre), onde João Calvino pregou durante a Reforma Protestante. Não deixe de visitar o Relógio das Flores (Horloge Fleurie), no Jardim Inglês, e o Museu Internacional da Cruz Vermelha. Genebra é cara, mas caminhar por suas margens e apreciar a vista do lago com os Alpes ao fundo é gratuito e inesquecível.

Lausanne: A Cidade das Colinas

Lausanne, a capital olímpica (sede do COI), é construída em três colinas íngremes que descem em direção ao lago. É uma cidade jovem, cheia de estudantes (a universidade é famosa), com uma vida cultural intensa. O Museu Olímpico é um dos melhores do mundo, com uma localização espetacular à beira do lago.

A Catedral de Lausanne (Notre-Dame de Lausanne), uma obra-prima do gótico, domina a cidade alta. Subir em sua torre (230 degraus) oferece uma vista panorâmica do lago e dos Alpes. A cidade é famosa por seu sistema de metrô (o mais íngreme do mundo) e por suas escadarias. O bairro do Flon, uma antiga área industrial, foi revitalizado e hoje é cheio de bares, restaurantes e lojas de design.

Montreux: A Pérola da Riviera Suíça

Montreux, na margem leste do lago, é famosa por seu clima ameno, suas palmeiras e pelo Festival de Jazz de Montreux (Montreux Jazz Festival), um dos mais prestigiados do mundo. A cidade é sinônimo de elegância e romantismo, com um calçadão à beira do lago ladeado por flores, esculturas e cafés.

O destaque é o Castelo de Chillon (Château de Chillon), uma fortificação medieval que parece flutuar nas águas do lago, situada em uma pequena ilha rochosa entre Montreux e Villeneuve. O castelo, imortalizado por Lord Byron no poema "O Prisioneiro de Chillon", é um dos mais visitados da Suíça, com suas masmorras, salões e torres bem preservadas. Passear por seus interiores é viajar no tempo.

Vevey: O Mundo de Chaplin

Ao lado de Montreux, Vevey é uma cidade charmosa e menos movimentada, famosa por sua associação com Charlie Chaplin, que passou os últimos 25 anos de sua vida aqui. O Museu Chaplin (Chaplin's World), instalado na antiga mansão do ator, é uma experiência imersiva e emocionante, que combina a história do cinema com a vida pessoal do gênio do humor.

Vevey também é conhecida pelo Fork of Vevey (O Garfo de Vevey), uma escultura gigante de um garfo de 8 metros de altura instalada no lago, em homenagem ao Festival de Alimentação local. A cidade é a sede mundial da Nestlé, e seu mercado de rua é um dos mais autênticos da região.

3. Região Central: Lucerna e o Lago dos Quatro Cantões

No coração da Suíça, a região de Lucerna e do Lago dos Quatro Cantões (Vierwaldstättersee) é considerada o berço da Confederação Suíça. É uma área de lagos azul-turquesa, montanhas dramáticas e cidades medievais que combinam o melhor da natureza e da cultura.

Lucerna: A Cidade Mais Bonita da Suíça?

Lucerna é, para muitos, a cidade mais bonita da Suíça. Situada na margem do lago de mesmo nome, com a imponente Pilatus e Rigi como pano de fundo, Lucerna tem um centro histórico medieval incrivelmente bem preservado. A Ponte da Capela (Kapellbrücke), do século XIV, é a ponte de madeira coberta mais antiga da Europa, com pinturas no interior que datam do século XVII (embora muitas tenham sido danificadas por um incêndio em 1993).

A Muralha Musegg (Museggmauer), uma seção das antigas muralhas da cidade com nove torres, oferece uma vista panorâmica espetacular. Não perca o Leão Moribundo de Lucerna (Löwendenkmal), uma comovente escultura em rocha que homenageia os guardas suíços mortos durante a Revolução Francesa. Mark Twain descreveu o leão como "a mais triste e comovente peça de rocha do mundo".

Monte Pilatus: A Montanha dos Dragões

Lendário por supostamente abrigar dragões na Idade Média, o Monte Pilatus (2.128 m) é a montanha emblemática de Lucerna. A subida pode ser feita em um circuito circular conhecido como "Golden Round Trip" : comece com um cruzeiro de barco pelo lago até Alpnachstad, suba pelo trem de cremalheira mais íngreme do mundo (gradiente de 48%), desça de teleférico até Kriens e retorne de ônibus a Lucerna.

No topo, há vários mirantes com vistas espetaculares do Lago dos Quatro Cantões e dos Alpes, além de trilhas curtas (incluindo a Dragon's Path, com esculturas de dragões) e restaurantes. É um passeio imperdível para toda a família.

Monte Rigi: A Rainha das Montanhas

Conhecido como a "Rainha das Montanhas" (Queen of the Mountains), o Monte Rigi (1.797 m) é famoso por suas vistas panorâmicas de 360 graus de 13 lagos e da cadeia alpina. Diferente do Pilatus, Rigi é mais suave, com pastagens e trilhas fáceis, sendo ideal para caminhadas. A subida é feita por trens de cremalheira a partir de Vitznau ou Arth-Goldau.

A experiência de assistir ao nascer ou ao pôr do sol do topo do Rigi (há um hotel no cume) é inesquecível. A vista do Lago dos Quatro Cantões serpenteando entre as montanhas é uma das mais fotografadas da Suíça. O compositor Richard Strauss se inspirou aqui para escrever "Uma Vida de Herói".

Engelberg: Mosteiro e o Titlis

Engelberg, um vale montanhoso a cerca de uma hora de Lucerna, é famoso por seu Mosteiro Beneditino (Kloster Engelberg), do século XII, que ainda está em atividade (os monges produzem um famoso queijo). Mas a grande atração é o Monte Titlis (3.238 m), a montanha mais alta da região central.

O Titlis é famoso por seu Titlis Rotair, o primeiro teleférico giratório do mundo, que oferece uma vista de 360 graus durante a subida. No topo, há o Cliff Walk, uma ponte suspensa de 100 metros sobre um abismo de 500 metros, e a Titlis Glacier Cave, um túnel esculpido no gelo eterno. Para os aventureiros, há o Ice Flyer (chairlift sobre o glaciar) e pistas de esqui no verão.

4. Leste da Suíça: A região de Appenzell e St. Gallen

O leste da Suíça é uma região de tradições vivas, vilas coloridas e paisagens de colinas verdejantes. Aqui, a cultura suíça mais autêntica ainda pulsa forte, com festivais folclóricos, arquitetura típica e uma gastronomia rústica.

Appenzell: Tradição Viva

Appenzell é o coração da Suíça mais tradicional. A vila principal, também chamada Appenzell, é famosa por suas casas em enxaimel pintadas (Fachwerk), com fachadas ricamente decoradas com motivos religiosos, cenas camponesas e provérbios. O centro histórico, com a praça principal (Hauptgasse) e o Castelo (hoje sede do governo cantonal), é um deleite visual.

Appenzell é famosa por suas Landesgemeinde, a assembleia popular ao ar livre onde os cidadãos votam erguendo as mãos — uma tradição democrática direta que ainda ocorre no último domingo de abril. A região também é conhecida por seus queijos (o famoso Appenzeller), seu licor de ervas (Appenzeller Alpenbitter) e seu yodel.

Ebenalp e Wildkirchli: A Igreja na Rocha

A região de Appenzell também abriga uma das paisagens mais dramáticas dos Alpes Suíços: o Ebenalp (1.640 m). Uma curta caminhada do teleférico leva você à Wildkirchli, um conjunto de cavernas onde arqueólogos encontraram vestígios de ocupação humana de 40.000 anos atrás. Dentro da caverna, há uma pequena capela (a igreja na rocha) e uma cabana de montanha.

A vista do Ebenalp sobre o vale de Appenzell e o famoso pico Säntis é espetacular. A caminhada é fácil e adequada para famílias. A descida a pé pelo Seealpsee, um lago de montanha de águas verdes, é uma das trilhas mais bonitas da região.

St. Gallen: A Biblioteca Milenar

St. Gallen é uma cidade de tamanho médio que abriga um dos tesouros culturais mais importantes do mundo: a Biblioteca da Abadia de St. Gallen (Stiftsbibliothek), Patrimônio da UNESCO. A biblioteca, em estilo rococó, é uma obra-prima de decoração, com afrescos no teto, pisos de madeira polida e estantes que abrigam cerca de 170.000 manuscritos, alguns deles do século VIII (incluindo o famoso "Plano de St. Gallen", um dos mais antigos desenhos arquitetônicos da Idade Média).

A Catedral de St. Gallen (St. Gallus Dom), ao lado da biblioteca, é uma impressionante igreja barroca com duas torres. O centro histórico da cidade é charmoso, com ruas de paralelepípedos e janelas salientes (oriel windows). É uma cidade menos turística, mas de grande valor histórico.

Liechtenstein: O Principado ao Lado

Embora não seja tecnicamente a Suíça, o minúsculo Principado de Liechtenstein está encravado entre a Suíça e a Áustria e é frequentemente visitado em um bate-volta da região. A capital, Vaduz, é uma cidade pequena e elegante, dominada pelo Castelo de Vaduz (Vaduz Castle), residência oficial da família principesca (não aberto à visitação, mas a vista é bela).

O Kunstmuseum Liechtenstein (Museu de Arte) e o Postmuseum (Museu dos Selos) são atrações interessantes. A principal razão para visitar, além da curiosidade de conhecer um dos menores países do mundo (160 km²), é obter o carimbo do passaporte na oficina de turismo — um souvenir único.

5. Ticino: O Sul Italiano da Suíça

O cantão do Ticino (Tessin, em alemão) é a Suíça de língua italiana, um pedaço do Mediterrâneo nos Alpes. Aqui, as montanhas são mais suaves, os lagos são azul-turquesa, a arquitetura tem influência italiana, e a gastronomia é uma deliciosa mistura de cozinha alpina e mediterrânea (polenta, risoto, lagos com peixes).

Lugano: A Monte Carlo Suíça

Lugano é a principal cidade do Ticino, situada às margens do Lago de Lugano (Lago di Lugano), cercada por montanhas cobertas de vegetação. É uma cidade elegante e cosmopolita, conhecida por seu centro histórico com ruas de paralelepípedos, praças italianas (como a Piazza della Riforma) e lojas de grife (é um paraíso para compras).

O destaque é o Monte Brè (acessível por funicular), que oferece uma vista panorâmica da cidade e do lago, e o Monte San Salvatore (também por funicular), com uma igreja no topo e vistas igualmente espetaculares. O Parque Ciani, à beira do lago, é um oásis de paz com árvores centenárias e um museu. Lugano tem um clima ameno, com palmeiras e bougainvilles florescendo.

Locarno: A Cidade do Cinema e das Camélias

Locarno, na ponta norte do Lago Maggiore, é famosa por seu festival de cinema (Locarno Film Festival) e por seu clima excepcionalmente ameno (é a cidade mais ensolarada da Suíça). A Piazza Grande, a praça principal, é onde o festival acontece (com telões gigantes ao ar livre). A cidade é elegante e relaxada, perfeita para passeios à beira do lago.

O símbolo de Locarno é o Santuario della Madonna del Sasso, uma igreja construída no topo de uma colina rochosa (acessível por funicular), que oferece uma vista deslumbrante da cidade, do lago e das montanhas ao redor. A vizinha Ascona, a poucos minutos, é uma vila de pescadores com um charme ainda mais intimista, famosa por sua arte e sua atmosfera boêmia.

Bellinzona: Os Castelos Unesco

Bellinzona, a capital do Ticino, é famosa por seus três castelos medievais, Patrimônio da UNESCO. O Castelgrande (no alto do morro central), o Castello di Montebello (em um morro vizinho) e o Castello di Sasso Corbaro (no morro mais distante) formam um sistema de fortificação único que controlava a passagem dos Alpes.

O Castelgrande é o maior e mais bem preservado, com museu arqueológico e muralhas que oferecem vistas da cidade e dos vales. As muralhas conectavam os castelos, criando uma impressionante barreira defensiva. A cidade baixa é charmosa, com praças italianas e ruas de pedestres.

Vale Verzasca: Águas Cristalinas e a Ponte Romana

O Vale Verzasca (Valle Verzasca), a poucos quilômetros de Locarno, é um dos vales mais bonitos dos Alpes, famoso por suas águas de cor verde-esmeralda cristalina e suas piscinas naturais. O destaque é a Ponte dei Salti (Ponte dos Saltos), uma ponte romana de pedra do século XVII que é um dos locais mais fotografados da Suíça (e um ponto de mergulho para os aventureiros — a água é gelada!).

O vale é cortado pelo rio Verzasca, que forma piscinas naturais e cachoeiras. Há uma curta trilha que acompanha o rio, passando pela barragem de Contra (famosa pela cena de abertura do filme "007 - GoldenEye", onde James Bond salta de bungee jump). O vale é perfeito para caminhadas, natação e fotografia.

6. Oeste e Região do Jura: Relógios e Lagos

A região oeste da Suíça, entre Genebra e Berna, é conhecida por seus lagos, suas cidades medievais e sua tradição relojoeira. É uma área mais plana, com colinas suaves e florestas, que oferece um contraste com o alto-alpino.

Berna: A Capital Medieval

Berna, a capital da Suíça (embora não seja a maior cidade), é uma joia medieval. O centro histórico (Altstadt), Patrimônio da UNESCO, é uma península cercada pelo rio Aare, com arcadas cobertas que se estendem por 6 km, formando uma das mais longas passarelas cobertas da Europa. É um prazer caminhar por elas, especialmente em dias de chuva.

O símbolo de Berna é a Zytglogge (Torre do Relógio), um relógio astronômico medieval com um show de marionetes a cada hora. O Museu Histórico de Berna e o Museu Einstein (Einstein viveu aqui e desenvolveu sua teoria da relatividade) são atrações importantes. Não deixe de visitar o Rose Garden (Rosengarten), um parque no alto de uma colina com a melhor vista da cidade e do rio Aare.

Gruyères: Queijo, Chocolate e Castelo

Gruyères (em francês: Gruyère) é uma vila medieval pitoresca, famosa mundialmente por seu queijo Gruyère. A vila é dominada por um castelo do século XIII (Château de Gruyères), que abriga um museu de arte e história. As ruas são calçadas e ladeadas por casas antigas, lojas de queijo e restaurantes onde você pode provar a fondue de Gruyère.

Perto dali, em Broc, fica a fábrica de chocolate Maison Cailler, onde você pode fazer uma visita interativa e degustar uma quantidade generosa de chocolate. A combinação de queijo, chocolate e uma vila medieval faz de Gruyères um passeio delicioso.

La Chaux-de-Fonds: A Cidade Relojoeira

La Chaux-de-Fonds, no cantão de Neuchâtel, é uma cidade única: foi completamente reconstruída após um incêndio em 1794 seguindo um plano urbanístico racionalista, em forma de grade, projetada para maximizar a luz natural nas oficinas de relógios. É Patrimônio da UNESCO como exemplo de "urbanismo relojoeiro".

A cidade é o berço do arquiteto Le Corbusier e é um centro mundial da indústria relojoeira. O Museu Internacional de Relojoaria (Musée International d'Horlogerie) é um dos melhores do mundo, com uma coleção impressionante de relógios de todos os períodos, desde os primórdios até os mais complexos relógios atômicos.


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A Suíça é um país que merece ser vivido com calma, apreciando cada detalhe — o som dos sinos de vaca, o sabor do chocolate derretido, a vista do pico coberto de neve. Agora que você conhece suas maravilhas, compartilhe este artigo com seus companheiros de viagem e comece a planejar seu roteiro dos sonhos pelos Alpes. Qual desses lugares será o primeiro da sua lista? Inscreva-se em nossa newsletter para receber roteiros detalhados e dicas exclusivas sobre a Europa.

Perguntas Frequentes (FAQ)

Qual é a melhor época do ano para visitar a Suíça?

Depende do que você quer fazer. Verão (junho a setembro) : ideal para caminhadas, trilhas, lagos e vilas. As temperaturas são agradáveis, as paisagens estão verdes e todas as atrações estão abertas. É a alta temporada, com preços mais altos. Inverno (dezembro a março) : perfeito para esportes de neve (esqui, snowboard) e para curtir o Natal e o Ano Novo nos mercados de Natal. As paisagens são mágicas. Primavera (abril a maio) e outono (setembro a outubro) : são ótimas para evitar multidões, com temperaturas amenas e paisagens floridas (primavera) ou douradas (outono). Muitas atrações de montanha fecham na meia-estação.

A Suíça é muito cara? Como economizar?

Sim, a Suíça é um dos países mais caros do mundo. Mas é possível economizar: alimentação: evite restaurantes; compre em supermercados (Migros, Coop) e faça piqueniques. Hospedagem: fique em cidades menores ou em albergues. Transporte: invista no Swiss Travel Pass, que dá acesso ilimitado a trens, ônibus e barcos por 3, 4, 6, 8 ou 15 dias, além de entrada gratuita ou com desconto em museus e atrações. Crianças viajam gratuitamente ou com desconto. Atrações: muitos museus têm entrada gratuita no primeiro domingo do mês.

Preciso falar alemão, francês ou italiano para me virar?

Não. O inglês é amplamente falado, especialmente em áreas turísticas, hotéis, restaurantes e estações de trem. A Suíça tem quatro línguas oficiais (alemão, francês, italiano e romanche), mas a maioria dos suíços (especialmente os mais jovens) fala inglês fluentemente. Aprender algumas palavras básicas em alemão (Grüezi), francês (Bonjour) ou italiano (Buongiorno) é um gesto educado, mas não é necessário.

O Swiss Travel Pass vale a pena?

Sim, na maioria dos casos, especialmente se você planeja viajar muito de trem, barco e ônibus em um curto período. O passe oferece transporte ilimitado na rede pública suíça, entrada gratuita em mais de 500 museus e descontos de 50% em trens de montanha (como Jungfraujoch, Pilatus, Rigi, Titlis). Faça as contas: compare o custo do passe com o custo de bilhetes individuais para o seu roteiro. Para a maioria dos viajantes que visitam várias cidades e fazem passeios de montanha, o passe se paga.

É seguro beber água da torneira na Suíça?

Sim, absolutamente. A água da torneira na Suíça é de altíssima qualidade, muitas vezes melhor que a água engarrafada. É rigorosamente controlada e segura em todo o país. Leve uma garrafa reutilizável e encha nas fontes públicas (há milhares delas) ou em qualquer torneira de hotéis, restaurantes e estações de trem. Você economizará dinheiro e reduzirá o uso de plástico.

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