FGC libera reembolso para credores do Master
FGC libera reembolso para credores do Master |
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Investidores dos CDBs do Master já podem pedir reembolso do FGC (Imagem: Divulgação) |
Ao todo, R$ 40,6 bilhões serão pagos a cerca de 800 mil credores —número bem menor do que o inicialmente projetado. A diferença, segundo o FGC, veio de inconsistências entre os dados enviados mensalmente pelo Master e o relatório obtido após a liquidação do banco. O Banco Master é investigado pela Polícia Federal por suspeitas de fraudes financeiras, como a emissão de títulos de crédito falsos e a concessão de empréstimos suspeitos. Além disso, pode ser alvo de uma CPI (Comissão Parlamentar de Inquérito), pois parlamentares de oposição garantem ter o número mínimo de assinaturas para instalar o colegiado. Investigações respingam em Tanure
Tanure é apontado como sócio oculto do Master e possível beneficiário de fundos classificados como suspeitos pelo Ministério Público. Ele nega qualquer ligação com a instituição de Daniel Vorcaro. Ainda assim, teve bens bloqueados pela Justiça. Na esteira do caso, o ministro da Fazenda, Fernando Haddad, defendeu que a fiscalização de fundos de investimento passe a ser atribuição do Banco Central. Hoje, essa responsabilidade é da CVM (Comissão de Valores Mobiliários), que reagiu, dizendo que sua atuação está ancorada na lei. Reag é liquidada
Segundo o Banco Central, a liquidação se deve a "graves violações às normas que regem as atividades das instituições integrantes do Sistema Financeiro Nacional". E levará à transferência dos recursos que estavam sob administração da Reag para outras gestoras. Veja aqui o que acontece com os fundos da Reag após a liquidação. Com mais de R$ 350 bilhões sob custódia, a Reag era a maior gestora independente de investimentos do país. Contudo, teria sido usada para criar companhias de fachada e inflar artificialmente o valor de ativos financeiros, segundo as investigações da Polícia Federal. Confira outros destaques do país:
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Polícia na Faria Lima.
Mais uma.
Boletim Focus.
Decisão de Moraes.
Eleições.
Bom sinal para as construtoras?
FipeZap.
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